SINOPSE: Muitos encaram a depressão de maneiras diferentes, alguns se escondem da sociedade mantendo-se em um quarto escuro. Paulo se inclui nessa classe de pessoas, mas diferente delas, seu quarto não é escuro, ele é Azul, assim como seus sentimentos. Paulo tem 17 anos e após perder sua mãe e se distanciar de seu pai se encontra vivendo com seus avôs, a vida não é mais fácil, mas também não tão difícil como imaginou que seria, mesmo assim se aventurou no famoso, Baleia Azul. Prestes a cometer a sua última tarefa imposta por seu Curador, bem ao alto do Cristo Redentor, Paulo é interrompido por Alice Silva. Seria Alice um milagre em sua vida? Seu surgimento foi pura coincidência ou totalmente intencional?
Eu Sempre fui Azul
Eu sempre fui Azul é um romance do autor Lorhan Rocha, que também publicou o livro Algo para Recordar de forma independente, e entrará em pré venda este mês pela Editora Skull, e o PB foi escolhido pelo autor para fazer as primeiras impressões do livro, e posso dizer que fiquei muito feliz.
Paulo é um garoto que está vivendo um inferno, sentindo-se muito pressionado por tudo e todos a sua volta ele acaba se envolvendo com o jogo do suicídio, Baleia Azul.
Porém, quando está prestes a acabar com tudo alguém o impede, de uma forma que chama a sua atenção.
Alice é uma garota que todos amam, a garota popular, porque ela está ali por ele? Porque o impediu? Porque ela quer tanto que ele se sinta feliz e útil? É isso que vamos descobrindo ao passar das paginas.
