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20 de mai. de 2017

SINOPSE


A temporada de bailes e festas de 1814 acaba de começar em Londres. Como de costume, as mães ambiciosas já estão ávidas por encontrar um marido adequado para suas filhas. Ao que tudo indica, o solteiro mais cobiçado do ano será Anthony Bridgerton, um visconde charmoso, elegante e muito rico que, contrariando as probabilidades, resolve dar um basta na rotina de libertino e arranjar uma noiva. Logo ele decide que Edwina Sheffield, a debutante mais linda da estação, é a candidata ideal. Mas, para levá-la ao altar, primeiro terá que convencer Kate, a irmã mais velha da jovem, de que merece se casar com ela. Não será uma tarefa fácil, porque Kate não acredita que ex-libertinos possam se transformar em bons maridos e não deixará Edwina cair nas garras dele. Enquanto faz de tudo para afastá-lo da irmã, Kate descobre que o visconde devasso é também um homem honesto e gentil. Ao mesmo tempo, Anthony começa a sonhar com ela, apesar de achá-la a criatura mais intrometida e irritante que já pisou nos salões de Londres. Aos poucos, os dois percebem que essa centelha de desejo pode ser mais do que uma simples atração. Considerada a Jane Austen contemporânea, Julia Quinn mantém, neste segundo livro da série Os Bridgertons, o senso de humor e a capacidade de despertar emoções que lhe permitem construir personagens carismáticos e histórias inesquecíveis.



RESENHA


O segundo livro dos Bridgertons, O Visconde que me amava, nos apresenta a história de Anthony. Já havíamos conhecido nosso primogênito em O Duque e Eu, como um irmão mais velho bastante ciumento e rigoroso (pobre Daff). O que era normal da época, visto que seu pai Edmund havia morrido jovem e deixado todas as responsabilidades de homem da casa, nas costas do filho mais velho. 

Chegando aos 30 anos, Anthony decide se casar e sair da vida de solteiro libertino, e ao saber que Edwina Sheffield era considerada o diamante da temporada, ele decide que se casaria com ela. Porem nossa bela garota possuía uma irmã mais velha, a quem ela amava tanto, que anunciou a todos os presentes no recital dos Smythe-Smiths que nunca se casaria sem a aprovação de sua irmã. E é aí meus caros, que a história começa. 

Não se trata de nenhum spoiler, pois a partir do primeiro encontro dos dois, já se percebe que foram feitos um pro outro. A irmã mais velha de Edwina, Katharine Sheffield, mais conhecida como Kate, e nosso querido Anthony me fizeram lembrar de outro grande casal da teledramaturgia brasileira: Catarina e Petruchio de O cravo e a Rosa. A cada briga ou desentendimento de Kate e Anthony eu tinha a plena certeza de que eles realmente eram destinados a ficarem juntos, principalmente depois do incidente na biblioteca. 

O livro me trouxe boas gargalhadas, arrancou algumas lagrimas, mas sobre tudo, me fez amar ainda mais essa família incrível que são os Bridgertons. A história me envolveu tanto que nem senti o livro acabando, li com dois dias. E o corgi Newton? Hahaha esse cachorro me fez rir demais.  


FICHA TÉCNICA

Titulo original: O Visconde que me amava
Autor: Julia Quinn
Páginas: 304
Skoob: Skoob
Onde comprar: Amazon, Americanas



5 de mai. de 2017

SINOPSE: Simon Basset, o irresistível duque de Hastings, acaba de retornar a Londres depois de seis anos viajando pelo mundo. Rico, bonito e solteiro, ele é um prato cheio para as mães da alta sociedade, que só pensam em arrumar um bom partido para suas filhas. Simon, porém, tem o firme propósito de nunca se casar. Assim, para se livrar das garras dessas mulheres, precisa de um plano infalível. É quando entra em cena Daphne Bridgerton, a irmã mais nova de seu melhor amigo. Apesar de espirituosa e dona de uma personalidade marcante, todos os homens que se interessam por ela são velhos demais, pouco inteligentes ou destituídos de qualquer tipo de charme. E os que têm potencial para ser bons maridos só a veem como uma boa amiga. A ideia de Simon é fingir que a corteja. Dessa forma, de uma tacada só, ele conseguirá afastar as jovens obcecadas por um marido e atrairá vários pretendentes para Daphne. Afinal, se um duque está interessado nela, a jovem deve ter mais atrativos do que aparenta. Mas, à medida que a farsa dos dois se desenrola, o sorriso malicioso e os olhos cheios de desejo de Simon tornam cada vez mais difícil para Daphne lembrar que tudo não passa de fingimento. Agora ela precisa fazer o impossível para não se apaixonar por esse conquistador inveterado que tem aversão a tudo o que ela mais quer na vida. Primeiro dos oito livros da série Os Bridgertons, O duque e eu é uma bela história sobre o poder do amor, contada com o senso de humor afiado e a sensibilidade que são marcas registradas de Julia Quinn, autora com 8 milhões de exemplares vendidos.

RESENHA

Ainda não conhecia nenhuma obra da Julia Quinn, mas posso dizer? Me apaixonei perdidamente. 
No prólogo do livro já somos apresentados ao nascimento do nosso querido Simon. Meu coração cortou de tanta tristeza com tudo que aconteceu com esse pobre garoto, mais alguém aqui detesta o pai dele? 
Pois bem, muitos anos se passam e a historia vai se desenvolvendo com a família mais amada que já conheci até hoje: Os Bridgertons. Violet é aquela super mãe que faz tudo pelos filhos, rigorosa, determinada e cá pra nós, essa mulher tem algum poder especial né?