10.13.2017

[Resenha] Carrie, a Estranha

SINOPSE: Carrie, a Estranha narra a atormentada adolescência de uma jovem problemática, perseguida pelos colegas, professores e impedida pela mãe de levar a vida como as garotas de sua idade. Só que Carrie guarda um segredo: quando ela está por perto, objetos voam, portas são trancadas ao sabor do nada, velas se apagam e voltam a iluminar, misteriosamente. Aos 16 anos, desajustada socialmente, Carrie prepara sua vingança contra todos os que a prejudicaram. A vendeta vem à tona de forma tão furiosa e amedrontadora que até hoje permanece como exemplo de uma das mais chocantes e inovadoras narrativas de terror de todos os tempos. Com tantos ingredientes de suspense, Carrie, a Estranha logo se transformou num enorme sucesso internacional e passou a integrar a mitologia americana. Ao ser transportado para as telas, em 1976, pelas mãos de Brian de Palma, teve a atriz Sissy Spacek e John Travolta em seus papéis principais.

Resenha
Carrie, a Estranha é o primeiro livro de Stephen King, e aquele que abriu muitas portas para o grande autor que conhecemos hoje. Nada melhor que começar o mês do terror com esse clássico do mestre.

Carrie White é diferente, desprezada pelos colegas de escola, maltratada por todos e vitima das mais horríveis brincadeiras. Além disso é filha de Margaret Withe, uma mulher perturbada pela religião, que sente que Carrie é um castigo, ela a oprime e torna sua vida um inferno.

Porém Carrie não é uma adolescente comum, depois de um episódio tenso na escola, onde ela pensa estar se esvaindo em sangue, ela acaba percebendo que pode fazer coisas acontecerem, pode mover objetos sem toca-los. Ela é uma telecinética. Esse é o ponto chave da trama que se desenrola em Carrie , A Estranha.

Esse livro já conta com três adaptações para o cinema, a mais recente de 2014, e é um clássico do terror. Mas ele está muito além disso.

É uma versão grotesca do que pode acontecer quando realmente se afeta uma pessoa até seu limite, opressão religiosa (através da mãe), isolamento social, preconceito, são os fatores que desencadeiam o verdadeiro poder de Carrie. 

”Mas quase ninguém descobre que seus atos, na verdade, magoaram realmente os outros. Ninguém fica melhor, as pessoas só ficam mais espertas.”
A mãe de Carrie é doente, tem delírios religiosos, e a usa como expiação dos próprios pecados. Quando confrontada pela filha, que a busca quando está amedrontada e sozinha, sua atitude é de aversão, ela utiliza a religião como desculpa para massacrar a própria filha e quando isso foge do controle ela tenta acabar com tudo por si mesma.



Esse livro já estava na minha lista há um bom tempo, já havia assistido aos filmes e não me surpreendi com a semelhança, já que por ser um livro bem curto, 200 páginas, não ter muito o que cortar. 

Não consegui me conectar tanto com a narrativa dele, achando em certos momentos um tanto confusa, mas consegui captar bem a essência do livro, que nesse caso foi bem interessante.

Recomendo bastante este livro pra quem gosta de fazer aquela comparação entre livro e filme, e pra quem ama Stephen King é uma leitura obrigatória já que percebe-se a evolução do autor deste primeiro livro para outros.

MINHA NOTA


FICHA TÉCNICA 
Autor: Stephen King
N° de Páginas: 200
Editora:Suma de Letras


3 comentários:

  1. Hey Paty, sempre que vejo alguem comentando desse livro o destaque é sempre para observarmos a evolucao do King. Que como qualquer autor partiu de um lugar e iniciou assim a escalada do sucesso e a evolução da escrita de um modo geral.
    Adorei a resenha!
    Bjs

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  2. Hey Paty, sempre que vejo alguem comentando desse livro o destaque é sempre para observarmos a evolucao do King. Que como qualquer autor partiu de um lugar e iniciou assim a escalada do sucesso e a evolução da escrita de um modo geral.
    Adorei a resenha!
    Bjs

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  3. Ah, eu passo isso por que o tema não me agrada em nada. Mais sua resenha me chamou atenção se eu não fosse temerosa sobre esse tema eu leria

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